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Wednesday, 16 September 2026

Wednesday's Good Reading: “As Cegonhas” by Hans Christian Andersen (translated into Portuguese by Monteiro Lobato).

 

Um casal de cegonhas havia construído o ninho no telhado duma casa de aldeia. Lá estava a cegonha-mãe ao lado de seus quatro filhotes, cujos bicos escuros só mais tarde ficariam vermelhos como os bicos das cegonhas. Um pouco mais além, na parte mais alta do telhado, a cegonha-pai montava guarda, muito séria e tesa, de pé num pé só. Parecia feita de pau.

— É uma grande honra para minha esposa ter sentinela ao lado, murmurava ele. Os que não sabem que sou o marido pensarão que fui contratado para montar guarda e isso dá muita importância à nossa família.

Nisto apareceu na rua, embaixo, um grupo de meninos vadios. Ao verem as cegonhas puseram-se a cantar uma cantiga muito velha. Essa cantiga dizia que pouco adiantava a cegonha-pai estar montando sentinela, porque o primeiro filhote tinha de acabar preso num laço; o segundo, caído num braseiro; o terceiro, morto por uma carga de chumbo e o último, assado ao espeto.

— Escutem! exclamaram os filhotes assustadíssimos. Estão dizendo que vamos ser enforcados e assados!...

— Bobagem! exclamou a mãe-cegonha. Nada disso acontecerá.

Os meninos continuaram a cantar e apontavam para as cegonhas com o dedo. Apenas um, de nome Peter, não gostou da brincadeira e disse que não deviam estar atropelando as pobres aves que não lhes tinham feito mal nenhum. Mas os meninos insistiram e a cegonha--mãe continuou a dizer aos filhotes que não fizessem caso.

— Não se assustem com as bobagens desses vadios. Não sabem o que dizem. Veja o vosso pai como não liga nenhuma importância e continua imóvel numa perna só.

— Estamos com medo! piavam os filhotes encolhendo-se no ninho.

No dia seguinte os mesmos meninos voltaram a brincar por ali e repetiram a cantiga, assustando ainda mais as cegonhinhas recém-nascidas.

— Seremos mesmo enforcadas e assadas? indagavam elas arregalando os olhos cheios de pavor.

— Nunca! respondia com firmeza a mãe-cegonha. Eu ensinarei vocês a voar, e quando estiverem práticas iremos todas para os brejos em visita às rãs que fazem creque! creque! antes de serem devoradas.

— E depois? quiseram saber os filhotes.

— Depois nos reuniremos a todas as cegonhas desta terra para a viagem do outono. Por esse tempo vocês já devem estar voando perfeitamente e o que não voar direito será espetado pelo enorme bico do general do bando. Tratem pois de aplicar-se da melhor maneira, aproveitando bem as minhas lições.

— Mas que adianta isso, se temos de acabar no espeto? Lá estão os meninos com a mesma cantiga, outra vez...

— Eles não sabem o que dizem; só o que eu digo é certo. Depois de nos reunirmos num grande bando, voaremos para um país quente para o Egito, onde as casas são de pedra, e enormes as tais pirâmides. Nesse país há um rio que todos os anos alaga as duas margens até muito longe. Não há melhor lugar no mundo para a caçada de rãs.

— Que bom! exclamaram os filhotes entusiasmados.

— É um lugar maravilhoso! E enquanto por lá estivermos, quentinhas ao sol, por aqui todas as árvores ficarão peladas, sem uma só folha nos galhos. O frio cá é terrível no inverno. As nuvens do céu viram gelo e caem como farinha branca. É o que os homens chamam neve. Tudo fica gelado.

— E os meninos também gelam?

— Não. Mas para isso têm que ficar dentro das casas, vestidos de grossas roupas de lã ou de peles. E vocês, lá longe, gozando o bom sol e vendo tudo verdinho e florido!...

E desse modo a cegonha-mãe consolou-os.

Correu o tempo. Os filhos da cegonha já estavam crescidotes e já sabiam ficar de pé no ninho, para espiar em redor. Todos os dias o pai-cegonha trazia-lhes no bico rãs e outros bichinhos. Depois fazia trejeitos cômicos para diverti-los; revirava a cabeça até encostar na cauda, estalava o bico como se estivesse tocando castanholas e também contava casos engraçados.

Afinal chegou a época de deixar o ninho, e os quatro filhotes saíram a passeio pelo telhado, muito sem jeito e cambaleantes; ao tentarem voar quase caíram no chão.

— Muito atentos agora, disse a cegonha-mãe. Vejam como eu faço. O pescoço deve conservar-se bem esticado, assim. E o pé nesta posição — primeiro o esquerdo; depois o direito. Vamos ver.

E isto dizendo ela alçou o vôo. Entusiasmados, os filhotes tentaram fazer o mesmo — mas foi uma série de tombos, um atrás do outro.

— Não quero mais aprender a voar, disse um deles voltando ao ninho. Prefiro continuar aqui em vez de voar para o tal país quente.

— Quer então morrer entanguido no inverno ou ser assado no espeto pelos meninos?

— Não! Não! gritou o filhote assustado e veio de novo para o exercício.

No terceiro dia já sabiam voar um pouquinho; um deles experimentou pairar no espaço sem bater as asas e o resultado foi um boléu. Felizmente bateu as asas a tempo e evitou de chegar ao chão, onde os meninos, numa gritaria, o estavam esperando.

— Não acha bom darmos umas bicadas nesses meninos? perguntou outro.

— Não, já disse que só façam o que eu mandar. Temos agora de voar em redor da chaminé, da direita para a esquerda e depois da esquerda para direita. Vamos! Um, dois e três!... Bravos! Muito bem! creio que amanhã já poderão acompanhar-me ao brejo das rãs. Quero que se comportem muito direitinhos, para serem admirados, e que andem com imponência, para se tornarem respeitados.

— Mas então iremos daqui sem nos vingarmos desses meninos maus?

— O frio vingará vocês. Enquanto estiverem bem quentes lá no Egito, eles aqui vão tiritar de frio.

— Isso não basta, disse o mais valente dos quatro. Queremos tomar a nossa vingança — e todos concordaram.

O menino mais assanhado em judiar das cegonhas era um de seis anos apenas, um pirralho, mas que parecia enorme para as cegonhinhas.

E as cegonhinhas resolveram que ele pagaria por todos. E tanto amolaram a mãe-cegonha com essa história de vingança, que tempos mais tarde ela lhes deu a licença pedida — mas com uma condição.

— Primeiro quero ver como vocês se comportam no ensaio geral antes da partida para o Egito. Se se comportarem mal, o chefe os atravessará com o bico e ficarei sabendo que os meninos têm razão. Por isso quero que esperem o ensaio. Depois, se tudo correr bem, darei licença de se vingarem dos meninos.

Com medo das bicadas do chefe, as cegonhinhas aplicaram-se aos exercícios com todo o afinco e acabaram por voar tão bem como os pais. Nisto chegou o outono, e os quatro irmãos foram mandados voar sobre florestas e cidades a fim de demonstrarem o seu grau de adiantamento. Foram aprovados com distinção e receberam como prêmio uma rã e uma cobra, petiscos que muito apreciavam.

— Ora graças que chegou o momento da nossa vingança! disseram eles ao chegar.

— Isso mesmo, concordou a cegonha-mãe, e tenho cá um plano excelente. Sei onde fica a floresta na qual as cegonhas vão buscar os bebês que distribuem pela cidade. Porque somos nós que fornecemos os bebês a este povo. Ora, os pais querem sempre bebês bem bonitinhos e nós podemos trazer dos mais lindos para as casas dos meninos que não caçoaram de nós e não nos ameaçaram.

— E para os que nos ameaçaram? Para aquele que queria nos assar ao espeto?

— Para a casa desse levaremos um dos bebês mortos que existem na floresta — e ele terá de chorar quando souber que perdeu um irmãozinho. Será um bom castigo.

— E para o menino bom, que nos defendeu, o Peter?

— Para esse levaremos um casal de lindos bebês, um irmãozinho e uma irmãzinha. E em homenagem a ele vocês, cegonhinhas, ficarão com esse nome — Peter.

E foi assim que apareceram na Dinamarca as cegonhas de nome Peter.

Saturday, 12 September 2026

Saturday's Good Reading: "QUIA MAIOR” by Pope Innocent III (translated into Spanish by unknown translator).

 

29 de abril de 1213

    Debido a que en este momento hay una urgencia más apremiante que no ha habido nunca para ayudar a la Tierra Santa en su gran necesidad y porque esperamos que la ayuda enviada a ella y será mayor que la que nunca ha llegado a ella antes, escuchar cuando , tomando de nuevo el viejo grito, clamamos a ti. Lloramos en nombre de lo que al morir gritó a gran voz en la cruz, haciéndose obediente a Dios el padre a la muerte de cruz, gritando para que él podría arrebatarnos de la crucifixión de la muerte eterna. Él también clama con su propia voz y dice: "Si alguno quiere venir en pos de mí, niéguese a sí mismo, tome su cruz y me sigue," como si dijera, para decirlo más claramente: "Si alguno quiere seguirme a la corona, le permitió también me siguen a la batalla, que ahora se propone como una prueba para todos los hombres." Porque fue totalmente en el poder de Dios todopoderoso, si tenía así se desea, para evitar que la tierra fuera entregado en manos hostiles. Y si lo desea, puede fácilmente liberarlo de las manos del enemigo, ya que nada puede resistir a su voluntad. Pero cuando ya la maldad había ido más allá de todos los límites y el amor en los corazones de muchos hombres se había enfriado, puso este concurso antes de su fieles seguidores para despertarlos del sueño de la muerte a la búsqueda de la vida, en el cual pudiera probar su fe "como oro en el crisol." Él les ha concedido la oportunidad de ganar la salvación, nay más, un medio de salvación, por lo que los que luchan fielmente por él serán coronados en la felicidad por él, pero aquellos que se niegan a pagarle el servicio de la criada que le deben en una crisis de tanta urgencia se merecen justamente a sufrir una pena de condenación del Último Día de Juicio severo.

   Oh, cuánto bien ya ha llegado por esta causa! ¿Cuántos hombres, convertidos a la penitencia, se han entregado a sí mismos al servicio del Crucificado con el fin de liberar la Tierra Santa y han ganado una corona de gloria, como si hubieran sufrido la agonía del martirio, los hombres que tal vez podrían haber muerto en sus malos caminos, atrapadas en los placeres carnales y tentaciones mundanas! Este es el antiguo dispositivo de Jesucristo, que se ha dignado a renovar en estos tiempos para la salvación de sus fieles. Porque si alguno rey temporal es expulsado de su reino por sus enemigos , cuando recupera su reino perdido seguramente condenará sus vasallos como los hombres sin fe y para estos hombres malos ideará tormentos inimaginables, con el que los traerá a un mal final, a menos que se arriesgan para él no sólo sus posesiones, sino también sus personas ? En sólo tal manera será el Rey de Reyes, el Señor Jesucristo, que otorgó a su cuerpo y el alma y todas las otras cosas buenas que tiene, te condenarán por el vicio de la ingratitud y el delito de infidelidad si usted no puede venir en su ayuda cuando él ha sido, por así decirlo, expulsado de su reino, que él compró con el precio de su sangre. Así que usted debe saber que cualquier persona que no puede servir a su Redentor en esta hora de necesidad es blameworthily grave y severa de condenar.

   Porque, ¿cómo puede un hombre dijo a amar a su prójimo como a sí mismo, en obediencia al mandato de Dios , cuando, sabiendo que sus hermanos, que son los cristianos en la fe y en el nombre, se llevan a cabo en las manos de los sarracenos pérfidos en prisión extrema y son agobiado por el yugo de la esclavitud más pesado, él no hace algo efectivo para liberarlos, transgrediendo con ello el comando de esa ley naturl que el Señor le dio en el evangelio, "Todo lo que usted que los hombres hagan con vosotros, también vosotros a ellos? " O tal vez usted no sabe que muchos miles de cristianos están siendo sometidas a esclavitud y el encarcelamiento en sus manos, torturados por innumerables tormentos?

   Los pueblos cristianos, de hecho, llevan a cabo casi todas las provincias sarracenos hasta el momento de la Santísima Gregory ; pero desde entonces ha surgido un hijo de perdición, el falso profeta Mahoma, que ha seducido a muchos hombres de la verdad por las tentaciones mundanas y los placeres de la carne. A pesar de su traición ha prevalecido hasta nuestros días, que, sin embargo, sacamos la confianza en el Señor, que ya nos ha dado una señal de que bueno está por venir, que el fin de esta bestia se acerca, cuyo "número", según el Apocalipsis de San Juan, terminará en 666 años, de los cuales ya casi 600 han pasado. Y además de los antiguos grandes y graves lesiones que los sarracenos traicioneros han infligido a nuestro Redentor, a causa de nuestros delitos, la mismos sarracenos pérfidos han construido recientemente un bastión fortificado para confundir el nombre de cristianos en el Monte Tabor, donde Cristo reveló a sus discípulos una visión de su gloria futura; por medio de esta fortaleza piensan que van a ocupar fácilmente la ciudad de Acre, que es muy cerca de ellos, y luego invadir el resto de la tierra sin ninguna resistencia obstructiva, ya que es casi totalmente desprovisto de fuerzas o suministros.

   Así que ustedes mismos Rouse, la mayoría de los amados hijos, la transformación de sus peleas y rivalidades, hermano contra hermano, en asociaciones de la paz y el afecto; ceñíos para el servicio del Crucificado, no dudando en arriesgar sus posesiones y sus personas para aquel que dio su vida y derramó su sangre por ti, igualmente cierto y seguro que si usted está realmente arrepentido va a alcanzar el descanso eterno como se benefician de esta mano de obra temporal. , Para que la confianza en la misericordia de Dios todopoderoso y la autoridad de los bienaventurados apóstoles Pedro y Pablo, por que el poder de atar y desatar que Dios como conferido a nosotros, aunque indignos, concederá a todos aquellos que envíen a este trabajo personalmente o por su propia cuenta el perdón total de sus pecados, de los que hacen confesión oral veraz con corazón contrito, y como la recompensa de los justos que les prometen una mayor parte de la salvación eterna. Para los que lo hacen no personalmente campaña, pero al menos enviar hombres adecuados a sus propias expensas, según sus medios y posición en la vida, y de manera similar a los que ir personalmente, aunque a expensas de otro concedemos completo perdón de sus pecados. También deseamos y concedemos que todas las personas que donan un porcentaje apropiado de sus bienes a la ayuda de esa tierra deben compartir en la remisión de los pecados, de acuerdo a la cantidad de su ayuda y la profundidad de su devoción.

   También tomamos bajo la protección del Beato Pedro y nosotros mismos las personas y los bienes de esas mismas personas desde el momento en que toman la cruz; en realidad son de permanecer bajo la protección de los arzobispos y los obispos y todos los prelados de la Iglesia de Dios y decretamos que estos bienes deben permanecer intactos y descansar sin ser molestados hasta que se sepa con certeza si han muerto o han regresado casa. Si alguien se atreve a desafiar esta debe ser restringido por los prelados de las iglesias con la censura eclesiástica y sin derecho de apelación.

   Y si alguno de los que se establecen a ese lugar se llevan a cabo estrictamente por juramento a pagar usuras que orden con el mismo rigor que sus acreedores se ven obligados por los prelados de las iglesias que se abstengan de hacer cumplir los juramentos que se habían hecho a ellos y dejar de usuras exigentes. Y si alguno de sus acreedores les obliga a pagar usuras le mandamos ser obligado por una censura similar a restaurarlos. Ordenamos Judios ser obligado por medio del poder secular para remitir usuras a las mismas personas; y todo contacto de cualquier tipo, ya sea en las relaciones comerciales o de cualquier otra cosa, con todos los fieles cristianos deben ellos ser negada por sentencia de excomunión hasta que los hayan remitido.

   Pero para que la ayuda a la Tierra Santa se puede dar más fácilmente si es compartida por muchos, rogamos a todos y cada uno de ustedes a través del Padre y del Hijo y del Espíritu Santo, el único y verdadero, el único Dios eterno - y hablamos como Vicario de Cristo para Cristo - por un número suficiente de hombres que luchaban con los gastos durante tres años, a ser proporcionado por los arzobispos y obispos, abades y priores y capítulos, ya sea de las catedrales y otras iglesias conventuales, y todo el clero, y también ciudades, aldeas y castillos, de acuerdo con sus propios medios. Y si no hay hombres de guerra suficientes para esto en cualquier empresa en particular, varios grupos deben estar unidos entre sí. Para ciertamente esperamos que la mano de obra no será insuficiente si los medios no faltan. Le pedimos lo mismo de aquellos reyes y príncipes, contar, barones y otros magnates, quienes a su vez no vamos personalmente al servicio del Crucificado. Exigimos también ayuda naval de las ciudades marítimas.

   Así que no debemos parecen estar tirado en otros "cargas pesadas e insoportables" que no estamos dispuestos a "moverse con un dedo de la nuestra", declaramos la verdad delante de Dios que nosotros mismos vamos a hacer con un corazón dispuesto lo que han exigido a otros a hacer.

  Damos licencia especial para el clero por sus necesidades en este negocio; para esta materia y sin contradicción que pueden comprometerse los retornos de sus beneficios hasta por tres años.

   Porque, de hecho, eso significaría que la ayuda a la Tierra Santa sería muy impedida o retrasada si antes de tomar la cruz cada persona tuvo que ser examinado para ver si estaba personalmente en forma y capaz de cumplir un voto de esta clase, concedemos que cualquier persona que desee, excepto las personas obligadas por la profesión religiosa, podrá tomar la cruz de tal manera que este voto quizá sea conmutada, redimido o diferida por mandato apostólico cuando urgente necesidad o evidente conveniencia exige.

   Y por la misma razón por la que revocamos las remisiones y las indulgencias concedidas anteriormente por nosotros a los que se establecen para España contra los moros o contra los herejes en Provenza , sobre todo porque éstos fueron concedidos a ellos en circunstancias que ya han pasado por completo y por esa causa particular que ya tiene en su mayor parte desapareció, para asuntos hasta ahora en ambos lugares han ido bien, por la gracia de Dios, de modo que no es necesario el uso inmediato de la fuerza. Si acaso fuese necesario, nosotros cuidar de dar nuestra atención a cualquier situación grave que se plantea. Admitimos, sin embargo, que las remisiones e indulgencias de este tipo queden a disposición de la gente de la Provenza y los españoles.

   Y debido a corsarios y piratas dificultan la ayuda sobremanera a la Tierra Santa, capturando y despojando a los que viajan hacia y desde ella, que ellos y sus principales encubridores con el vínculo de la excomunión atamos, prohibiendo, bajo pena de anatema sin fin, cualquier persona con conocimiento de comunicar con ellos en cualquier contrato de venta o compra y ordenando los gobernantes de sus ciudades y distritos a llamar de vuelta y frenar que cometan este inquity. De lo contrario, vamos a tomar la molestia de mostrar severidad eclesiástica hacia sus personas y sus tierras, ya que tales personas son vuelto contra el nombre cristiano no menos son los sarracenos, y porque para ellos no quieren confundir a los impíos es nada menos que para fomentar ellos, y un hombre que abiertamente no cuestiona un malhechor no escapa a la sospecha de estar en alguna liga secreta con él. Renovamos, por otra parte, la sentencia de excomunión promulgado en el Concilio de Letrán contra los que llevan armas, hierro y madera, para la construcción de galeras a los sarracenos y que el capitán barcos piratas de los sarracenos, y si estas personas son capturados juzgamos que deben ser castigados por la confiscación de sus bienes y se conviertan en esclavos de sus captores. Pedimos oración de este tipo para ser leídos en público cada domingo y festividad en todas las ciudades marítimas.

   Estamos seguros de que, puesto que tenemos que poner mucho más confianza en la misericordia divina que en el poder humano, que debemos luchar en un conflicto de este tipo, no tanto con los brazos físicos como con los espirituales. Y así decreto y comandos que una vez al mes tiene que haber una procesión general de los hombres por separado y, cuando se puede hacer, de las mujeres por separado, orando con mentes y cuerpos humildemente dispuestos y con la oración devota y fervorosa, que Dios misericordioso nos revivir de esta desgracia vergonzosa liberando de las manos de los paganos que se posan en el que el realizaba el sacramento universal de nuestra redención y restaurándolo al pueblo cristiano a la alabanza y gloria de su santo nombre; con este sabio condición de que durante esa procesión de la predicación de la cruz que trae la salvación debe siempre se ofrece a las personas de una manera que es asidua y alentador. El ayuno y la limosna se deben unir a la oración, para que con estos como las alas de la oración en sí puede volar más fácil y rápidamente a los oídos más amorosas de Dios, ¿quién lo hará misericordiosamente escuchar a nosotros en el tiempo señalado. Y todos los días durante la celebración de la misa, cuando el momento ha llegado después de que el beso de la paz cuando el sacrificio salvífico se va a ofrecer por los pecados del mundo, o está a punto de ser consumidos, todos, hombres y mujeres por igual, humildemente debe postrarse en el suelo y el salmo : "Oh Dios, los paganos se entren en tu herencia" debe ser cantado en voz alta por el clero. Cuando esto se ha terminado con reverencia con este verso, "Levántese Dios, y dejar que sean esparcidos sus enemigos: y dejar a los que aborrecen a huir de delante de su rostro, el sacerdote que está celebrando debe cantar esta oración sobre el altar:

   Dios, que dispone todas las cosas con admirable providencia, humildemente te suplicamos arrebatar de las manos de los enemigos de la cruz de la tierra, el cual tu hijo unigénito consagró con su propia sangre y restaurarlo al culto cristiano por misericordiosamente dirigir en el camino de la salvación eterna de los votos de los fieles aquí presentes, hechos por su liberación, aunque el mismo Nuestro Señor etc.

   Un pecho vacío debe ser colocado en cada iglesia donde una procesión general, se reúne. Se debe estar cerrada con tres claves que deben ser atendidos con fidelidad y celebran, uno por un sacerdote honesto, otro por un laico devoto y una tercera por otro religioso. El clero y laicos, hombres y mujeres, debe poner sus limosnas para la ayuda de la Tierra Santa en este pecho, que se gasta de acuerdo con la decisión de aquellos a quienes se ha confiado esta preocupación. Nada debe ser establecido sobre la organización de un lugar adecuado desde el que el ejército del Señor puede partir y sobre su correcto y el paso ordenado y su hora de salida hasta que los cruzados han tomado la cruz. Pero luego, cuando se han tenido en cuenta las circunstancias en cada lado, debemos tomar la decisión de adoptar las medidas parece estar bien con el asesoramiento de los hombres prudentes.

  Y así estamos cometiendo la tarea de llevar esto a cabo. A nuestros amados hijos del abad de Salem y la ex abad de Neuburg y Conrad el decano de Speyer y el preboste de Augsburgo, los hombres de integridad y fe comprobado del todo, que, después de haber admitido a sus hombres de la empresa de la previsión y la integridad, el mosto en nuestra autoridad establecen y determinan todas las disposiciones que consideran ventajoso para promover este negocio. Y deben velar por que sus decisiones son fielmente y cuidadosamente realizadas en cada diócesis por los hombres adecuados especialmente designados para esta tarea. Y así nos preguntan, asesorar y suplicar a todos ustedes en el Señor, os mando por medio de cartas apostólicas y usted ordenando en el poder del Espíritu Santo, que tuviera cuidado de mostrarles que usted es el tipo de personas a través de y en los que pueden producir el resultado tan deseado, suministrándoles necesidades en la medida en que estos hombres están actuando en la oficina de Cristo legación.

 

Wednesday, 9 September 2026

Wednesday's Good Reading; “Jorinda and Joringel” by Jacob and Wilhelm Grimm (translated into English by Margaret Raine Hunt).

 

There was once an old castle in the midst of a large and thick forest, and in it an old woman who was a witch dwelt all alone. In the day-time she changed herself into a cat or a screech-owl, but in the evening she took her proper shape again as a human being. She could lure wild beasts and birds to her, and then she killed and boiled and roasted them. If any one came within one hundred paces of the castle he was obliged to stand still, and could not stir from the place until she bade him be free. But whenever an innocent maiden came within this circle, she changed her into a bird, and shut her up in a wicker-work cage, and carried the cage into a room in the castle. She had about seven thousand cages of rare birds in the castle.

Now, there was once a maiden who was called Jorinda, who was fairer than all other girls. She and a handsome youth named Joringel had promised to marry each other. They were still in the days of betrothal, and their greatest happiness was being together. One day in order that they might be able to talk together in quiet they went for a walk in the forest. "Take care," said Joringel, "that you do not go too near the castle."

It was a beautiful evening; the sun shone brightly between the trunks of the trees into the dark green of the forest, and the turtle-doves sang mournfully upon the young boughs of the birch-trees.

Jorinda wept now and then: she sat down in the sunshine and was sorrowful. Joringel was sorrowful too; they were as sad as if they were about to die. Then they looked around them, and were quite at a loss, for they did not know by which way they should go home. The sun was still half above the mountain and half set.

Joringel looked through the bushes, and saw the old walls of the castle close at hand. He was horror-stricken and filled with deadly fear. Jorinda was singing—

 

"My little bird, with the necklace red,

   Sings sorrow, sorrow, sorrow,

He sings that the dove must soon be dead,

   Sings sorrow, sor——— jug, jug, jug."

 

Joringel looked for Jorinda. She was changed into a nightingale, and sang "jug, jug, jug." A screech-owl with glowing eyes flew three times round about her, and three times cried "to-whoo, to-whoo, to-whoo!"

Joringel could not move: he stood there like a stone, and could neither weep nor speak, nor move hand or foot.

The sun had now set. The owl flew into the thicket, and directly afterwards there came out of it a crooked old woman, yellow and lean, with large red eyes and a hooked nose, the point of which reached to her chin. She muttered to herself, caught the nightingale, and took it away in her hand.

Joringel could neither speak nor move from the spot; the nightingale was gone. At last the woman came back, and said in a hollow voice, "Greet thee, Zachiel. If the moon shines on the cage, Zachiel, let him loose at once." Then Joringel was freed. He fell on his knees before the woman and begged that she would give him back his Jorinda, but she said that he should never have her again, and went away. He called, he wept, he lamented, but all in vain, "Ah, what is to become of me?"

Joringel went away, and at last came to a strange village; there he kept sheep for a long time. He often walked round and round the castle, but not too near to it. At last he dreamt one night that he found a blood-red flower, in the middle of which was a beautiful large pearl; that he picked the flower and went with it to the castle, and that everything he touched with the flower was freed from enchantment; he also dreamt that by means of it he recovered his Jorinda.

In the morning, when he awoke, he began to seek over hill and dale if he could find such a flower. He sought until the ninth day, and then, early in the morning, he found the blood-red flower. In the middle of it there was a large dew-drop, as big as the finest pearl.

Day and night he journeyed with this flower to the castle. When he was within a hundred paces of it he was not held fast, but walked on to the door. Joringel was full of joy; he touched the door with the flower, and it sprang open. He walked in through the courtyard, and listened for the sound of the birds. At last he heard it. He went on and found the room from whence it came, and there the witch was feeding the birds in the seven thousand cages.

When she saw Joringel she was angry, very angry, and scolded and spat poison and gall at him, but she could not come within two paces of him. He did not take any notice of her, but went and looked at the cages with the birds; but there were many hundred nightingales, how was he to find his Jorinda again?

Just then he saw the old woman quietly take away a cage with a bird in it, and go towards the door.

Swifty he sprang towards her, touched the cage with the flower, and also the old woman. She could now no longer bewitch any one; and Jorinda was standing there, clasping him round the neck, and she was as beautiful as ever!

Wednesday, 2 September 2026

Wednesday's Good Reading and a Celebration: “Horrendum Illud Scelus” by by Pope St. Pius V (itranslated into English).

 Today this blog completes 13 years of existence.

 * * * 
That horrible crime, by which corrupt and obscene cities were destroyed by fire through divine condemnation, causes us most bitter sorrow and shocks our mind, impelling us to repress such a crime with the greatest possible zeal.

§ 1. Quite opportunely the Fifth Lateran Council [1512-1517] issued this decree: “Let any member of the clergy caught in that vice against nature, given that the wrath of God falls over the sons of perfidy, be removed from the clerical order or forced to do penance in a monastery” (chap. 4, X, V, 31).

§ 2. So that the contagion of such a grave offense may not advance with greater audacity by taking advantage of impunity, which is the greatest incitement to sin, and so as to more severely punish the clerics who are guilty of this nefarious crime and who are not frightened by the death of their souls, we determine that they should be handed over to the severity of the secular authority, which enforces civil law.

§ 3. Therefore, wishing to pursue with greater rigor than we have exerted since the beginning of our pontificate, we establish that any priest or member of the clergy, either secular or regular, who commits such an execrable crime, by force of the present law be deprived of every clerical privilege, of every post, dignity and ecclesiastical benefice, and having been degraded by an ecclesiastical judge, let him be immediately delivered to the secular authority to be put to death, as mandated by law as the fitting punishment for laymen who have sunk into this abyss.

Nothing to the contrary withstanding, etc.